Bacafá

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Filmes.

Nessas últimas semanas assisti (assistimos, ora com minha namorada, ora com minha namorada e minha filha) alguns filmes interessantes.
Outros nem tanto.

Não por acaso.
Filme nacional, com Leonardo Medeiros (fiscal de tráfego), Rodrigo Santoro (fabricante de mesas de sinuca), Letícia Sabatella, Rita Batata, e participação especial de Cássia Kiss, trata das coincidências da vida, ou de como fatos que a mudam, podem mudar muito mais do que se imagina.

Conta a vida de dois apaixonados (o fiscal e o fabricante), embora um não saiba e o outro sim, que tem suas vidas ligadas sem saber (e sem nunca saber). Dois metódicos que são surpreendidos pelo imprevisível.

Gostei do filme. Tranquilo, bonito, sincero. Melhor do que a sinopse prometia.


Mulher invisível.
Filme nacional, com Selton Mello e Luana Piovani nos papéis principais. Divertido, mas nada espetacular, com um final meio piegas e previsível. Rende umas boas risadas.

A era do gelo 3.
Resumindo: o 1 e 2 foram bem melhores. O esquilo torna-se definitivamente o personagem mais legal do filme, embora sem a mesma originalidade de outros tempos.


Inimigos públicos.
Bom filme de gângsters, com Johnny Depp (como o bandido John Dillinger) e Christian Bale (o lendário agente do FBI Melvin Purves, que lidera a caçada humana de J.D.), que se passa na década de 30.

Sem exageros, nem nos melodramas, nem nos efeitos especiais.

Gostei de duas cenas em especial: a que o John Dillinger está em um cruzamento, aguardando o semáforo abrir. Prestem atenção na música. E também a cena em que ele entra no departamento de polícia de Chicago, em especial nas salas do grupo de Melvin Purves. Um filme bem feito.

Donnie Brasco.
Também um filme de gangues e também com Johnny Depp. Bem acompanhado por Al Pacino. O filme é mais antigo (1997) e dessa vez Johnny Depp é o mocinho, um policial infiltrado entre mafiosos que atuam nos EUA. Como infiltrado, Donnie Brasco (ou, na realidade, o policial Joe Pistone) acaba envolvendo-se demais, chegando a um limite perigoso.

Assim, como o Inimigos públicos, vale a pena. Esse se passa na década de 70.

3 comentários:

Angela Guedes disse...

Oi Rafhael!!!
Hoje acordei com uma vontade incrível de te abraçar.
(((CADEIA DE ABRAÇOS)))
Você acabou de receber um abraço!
É isto mesmo, não há como se safar!
Você caiu no Abraçódromo! Assim, você vai ter que
abraçar todo mundo que você conhece!
Abrace seus parentes, amigos, inimigos, todo mundo!

O abraço é sinal de afeição.
Ele pode significar tanto, e tantas coisas ao mesmo tempo.
Pode significar um sinal de amor, de amizade, de conforto ou tudo junto!

Mantenha o Abraçódromo vivo!
Beijinhos
Ângela

Klaus disse...

Inimigos públicos:
Realmente um filme muito bom.
Assim como todos os filmes sobre as agências americanas é OBVIO que o bandido tinha que morrer no final.

Melhor parte foi quando ele pensou em vir para o Rio. Lugar de bandido?! Coincidência ou não... mas acredito que é porque naquela época ainda não existia Brasília.

Raphael Rocha Lopes disse...

Klaus, kkkkk, verdade. Dizem que o sanguinário Sadam Hussein pediu para ser julgado pelo Conselho de Ética do Congresso Nacional.